Jornalista, apresentador, revolucionário, locutor de alto gabarito, repórter de guerra, comentador desportivo (o seu famoso GOLOOOO!) escritor, actor e sportinguista de coração.
Foi de facto um símbolo, uma reencarnação de algo superior, um inspirador de sonhos, um daqueles heróis de banda desenhada que deixou um legado, um fardo pesado. Ser feliz não é fácil numa sociedade moderna, os obstáculos não vêem fim, e haverá sempre um vilão para defrontar. Não o irei desapontar. Não irei baixar os braços. A conquista de um objectivo parte da atitude com que lidamos o seu decurso. Ninguém merece nos seus últimos momentos desejar tudo de bom a um povo e ser esquecido. Nunca serás esquecido! Serás o Belerofonte destes tempos!
Uma grande tristeza para todos certamente. Deixou um grande vazio. Por tudo isso, mas também pelo exemplo de dignidade, bondade e humildade que foi a sua vida, merece para todos os efeitos ser a personificação de algo mais que um globo. Um homem sem igual...até sempre Artur Agostinho!
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