Não há mais puro da videira como o vinhote do porto, como um certo vintage herdeiro modernista dos anos 50,agora telúrico e internacional, que paira e ecoa nos ouvidos expectantes do seu povo e o mundo lá fora.
O seu pluridisciplinarismo face os variados desafios ao longo dos tempos, amadureceram este seu dom, reafirmado desde muito cedo, com uma entrada ensurdecedora no mundo do trabalho, ao lado de um dos maiores dinossauros da actualidade na arquitectura contemporânea. O seu trajecto dispensa introduções, porém, obras tão refinadamente concebidas como o estádio municipal de Braga, o centro de arte contemporâneo Graça Morais, em Bragança, o Coliseu Viana de castelo e mais recentemente, em construção, a pousada da Covilhã, gratifica bastante este mentor dos tempos modernos que inspira as novas gerações, sempre um passo a frente destes.
Congratulo este novo galardão do prémio do pritsker que oficialmente tem o seu nome, enraizado na história da arquitectura e que por muitos anos seja capaz de erguer muitas taças and such em sua honra.

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